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É photoshop ou não?

Posted by AlfaCom on 21:02

Há quase um mês atrás, postamos uma matéria sobre o uso do photoshop em revistas, para criar a beleza fora do real, pois bem, devido a esse uso sem controle, já não se sabe mais até onde vai seu uso, pois a mídia não possue um limite. Novamente a capa da revista internacional "W" gerou polêmica,porém, dessa vez foi o oposto da capa com Sharon Stone.

A capa da edição de dezembro da revista "W" criou polêmica ao estampar a atriz Demi Moore, 47, exibindo um corpo bastante magro. Apesar das críticas, tanto os representantes da revista quando a atriz negam terem alterado a imagem com o auxílio do Photoshop.

"A revista não fez nada fora do comum no corpo de Demi Moore para a foto de capa da 'W'. Demi é uma mulher extraordinariamente bonita e acreditamos que a capa reflete isso", disse um porta-voz da revista ao site Jezebel.com. 

Em seu perfil no Twitter, Demi também respondeu às críticas. "Essa foto é a original, gente. Meu quadril não foi retocado, não deixem essas pessoas influenciarem vocês", disse a atriz, que dedicou vários posts ao tema. 

Em um deles, a atriz afirma que está "realmente magra" ultimamente.

E para vocês, é ou não photoshop?

A forma que a mídia caminha á muitos anos, está impossível saber em quem confiar - Alfa

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Quase metade dos consumidores afrodescendentes de SP já foi discriminada!

Posted by AlfaCom on 21:01

Uma pesquisa feita pela Fundação de Proteção ao Consumidor (Procon) mostrou que 44,26% dos afrodescendentes do município de São Paulo já sofreram algum tipo de discriminação nas relações de consumo.

Realizado em parceria com a Faculdade Zumbi dos Palmares, o estudo revelou que apenas 3,7% dos consumidores denunciaram a discriminação às autoridades competentes. Os consumidores mostraram ainda que a prática mais comum é a falta de atendimento por vendedores, a desconfiança dos seguranças e até mesmo a proibição da entrada no estabelecimento.


A falta de atendimento foi o que fez a nutricionista Luciana Aparecida Mazagão procurar uma concessionária de marca concorrente à que queria na hora de trocar o carro. "Fui na loja escolher um veículo novo e ninguém me atendeu. Achei um absurdo porque além de ser preconceito com a minha cor também foi falta de educação, pois estava grávida e não tive nenhuma prioridade", disse. 

A pesquisa do Procon mostrou ainda que o tipo de estabelecimento em que o consumidor afrodescendente mais se sentiu discriminado foi loja de roupas, seguido por banco/financeira, supermercado e shopping center. 

O século 21 é o que representa o caminhar para a inclusão social, seja ela cor, raça,sexual,religiao,classe social e etc... Porém a pesquisa mostra que nada realmente mudou, porque o preconceito agora está camuflado, e é pior ainda, pois não sabemos mais quem é o "inimigo".

As pessoas ainda não acordaram e perceberam que a sociedade é feita de diferentes tipos de indivíduos e que não existe uma pessoa perfeita que não possa sofrer discriminação de qualquer tipo!


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Vale tudo por audiência? - Barraco entre jornalistas da Globo e Record

Posted by AlfaCom on 20:59

Vivemos no Brasil uma fase em que vale tudo por audiência, até mesmo sabotar a reportagem ao vivo de companheiros repórteres, e é isso que o vídeo abaixo representa. Por conta do blecaute que atingiu o Brasil na última quarta-feira, o foco da mídia se tornou a busca por respostas e culpados. A rede de televisão Globo, agendou uma reportagem com o SECRETÁRIO EXECUTIVO DE MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA, na tentativa de conseguir sabotar e ao mesmo tempo a dianteira nas respostas, a repórter da rede Record tentou uma entrevista forçada, acabando assim com o trabalho da equipe de sua rival que se preparava para entrar ao vivo com o secretário. Outro fato interessante, se da pela própria repórter reconhecer que o que ela esta fazendo AO VIVO, é totalmente anti-ético, e o pior de tudo, é o apresentador forçando a repórter em tentar uma entrevista, mesmo vendo a situação constrangedora que ela passa.


Ficou feio, né?

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Jornal para público gay encerra operações nos EUA

Posted by AlfaCom on 20:58

Uma publicação pioneira na informação dirigida à comunidade homossexual e transexual dos Estados Unidos, "The Washington Blade" encerrou nesta segunda-feira as operações, diante do fechamento de parte da editora do país especializada no segmento. 

Fundado em 1969, o jornal que começou como um folhetim de uma só página no Distrito de Columbia, comemorou no mês passado seu 40º aniversário. Os responsáveis pelo periódico anunciaram o fechamento por meio de uma mensagem no Twitter, no qual agradeceram o apoio dos leitores.

Além do "The Washington Blade", também encerraram as atividades nesta segunda-feira as publicações "South Flórida Blade", "Houston Voice" e "Southern Voice of Atlanta" (Geórgia), todas elas editadas pela companhia Window Media. Apesar das dificuldades financeiras da companhia não serem nenhum segredo, os responsáveis pelos jornais consideraram o fechamento como repentino.

Kevin Naff, editor-chefe do "Washington Blade", disse ao "The New York Times" que soube do fechamento nesta manhã, quando ele e seus companheiros encontraram dois funcionários da companhia que os esperavam na chegada à redação. "Não é uma completa surpresa. Foi surpreendente e abrupto como ocorreu", acrescentou. 

Os profissionais da redação do "The Washington Blade" não planejam abandonar a atividade, e já têm em mente um novo projeto dirigido aos 500 leitores que visitavam mensalmente seu site. "O pessoal de "Blade" está unido e preparado para continuar a missão do periódico", disse Naff a uma revista.

"Na terça-feira teremos a primeira reunião de nosso novo projeto, e gostaríamos de contar com as opiniões da comunidade", afirmou.

A morte de jornais pequenos estão se tornando comum nessa década, ele dizem não terem poder de competir com a notícia na mídia digital, pois os redatores de jornais são pagos, e a maioria da mídia digital são internautas expondo suas opiniões ...dentre outros, o fato é que, muitos não pagam mais pela informação, ela está se tornando "grátis". Será que finalmente caminhamos para a morte de jornais físicos? especialistas dizem que isso não vai acontecer...

... e você concorda?

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Japonesas estão optando por garotos de programa!

Posted by AlfaCom on 20:55

Estes dias, vi uma reportagem de uma TV americana, que abordava a nova sociedade japonesa, e o que mais me chamou a atenção foi uma parte que mostrava as mulheres falando sobre pagar por sexo!

Elas estavam em um dos mais caros restaurantes de Tóquio, cercadas por homens bem vestidos, sentados nas mesas ao redor, à espera de freguesas!


Vivendo em uma sociedade extremamente machista, as jovens japonesas, em vez de se submeterem, não param de quebrar barreiras.. E um dos efeitos mais interessantes nesta nova mentalidade é a diminuição dos casamentos. Hoje elas não querem mais casar, ter filhos e cuidar dos maridos, pois reclamam da postura do homens, que apesar de toda modernidade, ainda vivem presos às regras de um Japão Feudal. 

Porém, não é de hoje que pagar pela companhia masculina virou moda. E é bom deixar bem claro que não são todas que aceitam este tipo de comportamento. Quem paga e pode pagar, faz parte de um novo grupo de mulheres, todas muito bem sucedidas, com salários de causar inveja em muita gente, solteiras, com atíssimo grau de instrução e muito, mas muito independentes.

Depoimentos feito por algumas japonesas:

"É como pedir uma pizza! A única diferença é que não preciso lavar os pratos!"
"Enquanto o Japão está no séc. XXI, os homens ainda vivem nas cavernas"
"Nunca fui feliz com meus namorados, por isso pago para ficar com quem quero!"
"Os homens deitam na cama e dizem: 'Faça!'. Eu me deito na cama e ordeno: 'Satisfaça-me!'"


Mas, como são os garotos de programa japoneses? A grande ironia é que para ter sucesso na profissão eles tem que ser como gueixas: submissos(lembrando que, gueixa não é prostituta no japão). Esqueça os marombados, com cara de Bad Boy, porque com eles o lance é muito diferente. Para começar, as roupas devem ser de grifes, de preferência italianas. Educação é fundamental, portanto, devem ser cavalheiros. E o mais importante é que só devem falar quando elas permitirem. E ainda acendem seus cigarros e sorriem de suas piadas - dá para notar como os valores se inverteram?

São como símbolo de Status, que elas exibem orgulhosas, da mesma maneira que os homens sempre fizeram. E é claro que como um produto, cada um tem seu valor. E conforme o valor, menores são as chances de um lugarzinho em suas agendas. Para ter um idéia, o mais disputado "garoto de programa" chega a ganhar cinco mil dólares por programa!

Só que para manter este padrão é preciso gastar muito, principalmente em carros de luxo. E tem que ser europeus, nada de marcas nacionais ou americanas. E tem que saber falar mais que duas linguas, porque algumas freguezas acham o máximo poderem conversar em inglês, principalmente. E existem outras qualidades que contam muitos pontos, como conhecer vinhos, literatura, cinema, ser um bom massagista...

Claro que muitas vezes acaba rolando sexo, mas, da mesma maneira que os homens, elas costumam pagar mais pela companhia. Tudo bem que para os padrões ocidentais seja um absurdo pagar só para ter alguém do lado, mas no Japão é comum os bares terem garotas que ganham a vida desta forma - muitas delas européias. Taí uma diferença interessante: enquanto os homens preferem as russas e americanas, todas beeeem magras e peitudas, as mulheres preferem o produto nacional.
Na china, devido a falta de mulheres, quando visitam seus parentes no interior, é comum os homens solteiros pagarem para garotas fingirem que são suas namoradas. No Japão, ao contrário, mulheres pagam para ter um namorado quando se sentem carentes ou quando querem apenas sexo.

Significado de Gueixa: As gueixas são responsáveis pelo entretenimento dos homens mais influentes do Japão e por fazer com que eles esqueçam o mundo exterior nos ocha-yas, casas de chá onde vivem e recebem seus clientes. A função delas é dançar, tocar shamisen e cantar.

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